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rebel girl you’re the queen of my world!

Atualizado: 30 de jan.

Quase 30 anos após o movimento #RiotGrrrl nascer em Olympia, Washington e no Noroeste Pacífico (e se expandir para pelo menos 26 outros países), ele continua sendo um acontecimento importantíssimo para a história do punk underground junto à luta das mulheres neste período, por isso através de documentários, biografias e exposições, até mesmo retorno de bandas da época, nunca nos esqueceremos desta grande revolução.


Voltamos ao início da história do movimento para relembrar alguns eventos importantes:


É um movimento de subcultura que combina uma visão social feminista com um estilo musical e politico punk.

 

Bandas Riot Grrrl frequentemente abordam questões como estupro, violência doméstica, sexualidade, racismo, patriarcado e empoderamento feminino. Algumas das primeiras bandas associadas ao movimento são Bikini Kill, Bratmobile, Heavens to Betsy, Excuse 17, Slant 6, Emily's Sassy Lime, Huggy Bear, Skinned Teen e Sleater-Kinney. Também foram incluídos grupos queercore como Team Dresch e Third Sex.


Em 1994, riot grrrl foi descoberto pelo mainstream e Bikini Kill foi cada vez mais referenciada como as pioneiras do movimento.


"Girls in the front boys in the back!" era exigido pelas vocalistas em shows, para que os homens deixassem as mulheres irem para frente do palco e eles para os fundos em sinal de respeito.


Para além da cena musical, riot grrrl tornou-se também uma subcultura envolvendo um ethosfaça-você-mesmo, zines, arte e ativismo político. O movimento rapidamente se espalhou muito além de suas raízes musicais, criando um movimento grassroots, anti-discriminação racial, sexual e etário vasto, por meio de zines, ambientes virtuais e encontros físicos baseados no feminismo da quarta onda para lutar contra as formas interseccionais de preconceito e opressão, especialmente violência física e emocional de gênero. Riot grrrls são conhecidas por realizar reuniões, criar coletivos, apoiar e organizar mulheres na música, bem como na arte criada por pessoas trans, gays, lésbicas e outras comunidades.


"We're not anti-boy, we're pro-girl."


Na metade dos anos noventa, o riot grrrl havia se fragmentado severamente. Muitos dentro do movimento sentiram que a grande mídia havia deturpado completamente sua mensagem e que os aspectos politicamente radicais do riot grrrl haviam sido subvertidos pelas Spice Girls e sua mensagem de "poder feminino" ou cooptados por bandas ostensivamente centradas nas mulheres (embora às vezes com apenas uma artista feminina por banda) e festivais como Lilith Fair. Ondas posteriores de coletivos do riot grrrl abriram na América Latina, América do Norte, Ásia, Europa e Austrália até a década de 2010.


Muitas das mulheres envolvidas no riot grrrl ainda são ativas na criação de música politicamente engajada. Kathleen Hanna fundou o grupo eletro-feminista, pós-punk, "protesto-pop" Le Tigre e mais tarde o The Julie Ruin. Kathi Wilcox juntou-se ao Casual Dots com Christina Billotte do Slant 6.


Bikini Kill fez uma série de shows em 2019.


O Punk está morto? Será que algum dia ele esteve ou estará?

Ainda hoje continua sendo um movimento musical e cultural importantíssimo que permanecerá vivo em um coletivo de ideias políticas anarquistas, niilistas e revolucionárias durante muitas décadas.



 








Nossa playlist no Spotify está recheada de hinos, vem curtir com a gente! <3












fonte: modadesubculturas

sopaalternativa

wikipédia

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